03 de julho de 2018

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[Resenha] Comunhão: a busca feminina por amor

Por bell hooks

  • Título Original: Communion: The Female Search for Love
  • Gênero do Livro: Ensaio
  • Editora: HarperCollins
  • Ano de Publicação: 2003
  • Número de Páginas: 244
Sinopse: A renomada visionária e teórica bell hooks começou sua exploração do significado do amor na cultura americana com o aclamado All About Love: New Visions. Continuou seu diálogo nacional com o best-seller Salvation: Black People and Love. Agora hooks arremata sua trilogia triunfante de amor com Communion: The Female Search for Love.
Insinuante, revelador e provocante, Communion desafia toda mulher a corajosamente proclamar a busca por amor como a jornada heroica em direção à liberdade que todos devemos escolher. Com sua marca registrada e uma linguagem lúcida, hooks explora as formas como as ideias sobre as mulheres e o amor foram mudadas pelo movimento feminista, pela participação plena das mulheres no mercado de trabalho e pela cultura da autoajuda.
Communion é a conversa de coração para coração que toda mulher – mãe, filha, amiga e amante – precisa ter.
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Outra dádiva que as mulheres oferecem àquelas que ainda não descobriram os prazeres da sabedoria é a noção de que é melhor conhecer a alegria de dançar em um círculo de amor que dançar sozinha (p. 243-244, tradução minha).

Hoje trago um livro de não ficção escrito por uma mulher que fala de amor, mas também de empoderamento feminino. Esta resenha é uma homenagem a minha amiga Ana, em agradecimento por ter me apresentado bell hooks e o livro de que falarei aqui.

Este é o terceiro livro da trilogia de bell hooks sobre o amor, composta também por All About Love: New Visions e Salvation: Black People and Love, e infelizmente nenhum dos três foi traduzido para a língua portuguesa. O único livro da autora que pode ser lido em português intitula-se Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade.

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03 de julho de 2018

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Confissão

Convém notar que por vezes é ilusória a declaração de um criador a respeito da sua própria criação. Ele pode pensar que copiou quando inventou; que exprimiu a si mesmo, quando se deformou; ou que se deformou, quando se confessou.

A afirmação que introduz esta postagem (de Antonio Candido, 2007) faz todo sentido para mim. Nem sempre temos consciência do quanto transparecemos quando escrevemos ficção, talvez porque criar histórias seja como uma terapia e, ao expressar nossas emoções, deixamos escapar até o que não queríamos confessar ou aquilo que nem sabíamos que sentíamos. Quem sabe o livro seja o retrato da alma de sua autora ou de seu autor?

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02 de julho de 2018

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20° Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens

Nesse final de semana, Eliete e eu estivemos no 20° Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, organizado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), que começou em 27 de junho e vai até 5 de julho de 2018, no Rio de Janeiro.

O evento foi mais uma oportunidade de estar em contato com autores e leitores, com pessoas envolvidas na promoção da leitura. Bastava dar alguns passos para encontrar escritores e ilustradores, para vê-los falando sobre a produção de determinada obra, lendo um livro ou fazendo um desenho ao vivo.

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01 de julho de 2018

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[Resenha] O tempo entre costuras

Por María Dueñas

  • Título Original: El tiempo entre costuras
  • Gênero do Livro: Romance
  • Editora: Planeta
  • Ano de Publicação: 2010
  • Número de Páginas: 480
Sinopse: Sira Quiroga é a encantadora costureira que protagoniza esta aventura. Um dia, Sira se apaixona loucamente e parte de Madri para o romântico Marrocos, meses antes da Guerra Civil Espanhola (1936-1939), para ter sua inocência triturada pelos caminhos da vida. Porém, se transforma uma vez mais para mergulhar, durante a Segunda Guerra Mundial, em um novo mundo, agora repleto de espiões, impostores e fugitivos.
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Em poucos meses, eu havia fechado a porta na cara de todo meu ontem; deixara de ser uma simples costureirinha e me tornara, de maneira alternativa ou paralela, um monte de mulheres diferentes.

Dedico esta minha primeira resenha a Adriana, por ter me dado este lindo presente e me proporcionado a oportunidade de conhecer uma obra tão encantadora.


Li este livro em apenas quatro dias. Seu enredo é envolvente, e eu não consegui parar de ler até saber que destino Sira (ou Arish) teria. Também queria compará-lo com a série produzida pela Boomerang TV e lançada na Netflix pouco tempo antes.

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