18 de maio de 2021

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[Resenha] O conto que não existe

Por Luis Diaz

  • Título Original: O conto que não existe
  • Gênero do Livro: Conto
  • Editora: SESI-SP
  • Ano de Publicação: 2014
  • Número de Páginas: 36
Sinopse: O grande segredo da Rainha das Fadas estaria ameaçado? Ora, dirá você, fadas não existem! Pois é, mas ainda assim queremos saber o que está tramando a Fada Turva com seus trasgos e por que o duende que toma conta do jardim real está tão preocupado. Não precisa dizer, também sei que duendes e trasgos não existem! Para saber o fim desta história, só lendo este conto que não existe...
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O conto que não existe, escrito e ilustrado por Luis Diaz, me atraiu pela capa e pelo título (foi justamente por isso que o comprei). Diz-se que não se pode julgar um livro pela capa (para o bem ou para o mal). Quem nunca o fez que atire a primeira pedra.

Gostaria de contar para você um conto de fadas. Eu sei que fadas não existem, nem magias, e que você não acredita nessas besteiras (p. 5).

Esse é um conto de fadas. Quero dizer, o próprio narrador afirma que fadas não existem. Sendo assim, o conto também não existe.

Afinal, ninguém acredita em magia, mas todo mundo usa computador. Você digita. Esquece um acento e ele coloca. Erra uma palavra e ele corrige. Quer magia maior? Então… (p. 5).

Na história, a Rainha das Fadas sai de férias e deixa no comando do reino uma substituta: a Fada Turva, uma fada um tanto peculiar. Ela é meio mal-humorada, não cuida da própria aparência, da higiene pessoal e da própria casa. Seu jardim não prospera, e Fada Turva inveja o lindo jardim da Rainha. Por isso, na ausência da monarca ela fará qualquer coisa para descobrir o segredo da beleza do jardim real e aplicá-lo no seu, inclusive usando os serviços de uma fada banida dali. Mas será que a missão terá sucesso?

É necessário dizer que o maior desejo da Fada Turva é possuir um jardim tão bonito quanto o da Rainha (p. 11).

Embora não tenha me encantado tanto quanto eu esperava, O conto que não existe é leve e divertido. Os aspecto mais interessantes, na minha opinião, são as palavras que o autor inventou e misturou a termos comumente usados em contos de fadas (acho até que poderia ter investido mais nisso) e o diálogo do narrador com o leitor. No final, há uma revelação inesperada (eu, pelo menos, não a imaginei enquanto lia).

Não conhecia até então o autor dessa obra, mas li na orelha do livro que Luis Diaz é uruguaio, trabalhou na tevê, criou diversas histórias e ilustrou outras.

Já leu esse livro? Conta aí nos comentários o que achou da história. 😉


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